Retrato do Dr. Maidenberg, criador do LOVENEST
Bom dia, poderia falar-nos um pouco de si?
"Bom dia. Exerço a magnífica profissão de pediatra, há 25 anos como profissional liberal. Também trabalhei numa maternidade e como agregado ao hospital. Como muitos colegas, realizei missões humanitárias e de desenvolvimento com várias associações. Uma carreira muito diversa e muito enriquecedora a nível humano.
Tenho uma grande sensibilidade ambiental, o que se traduz na minha prática por uma economia de receitas, um diálogo em primeiro lugar e a educação para a saúde. Observar bem as relações sociais, em particular as relações pais/filhos, bem como as características dos costumes ou do ambiente imediato, é, aliás, uma recomendação muito antiga do próprio Hipócrates. Sou presidente da associação Respirer (Rede sentinela de pediatras envolvidos na investigação sobre o ambiente respiratório).
Fora do trabalho, tenho várias paixões: os meus filhos, claro (tenho dois que já são adultos: 27 e 18 anos). A história e a literatura... E envolvo-me muito no desenvolvimento sustentável. Acabei de obter a autorização da câmara municipal de Paris para fazer um jardim em frente ao meu consultório (convido-os a pedir uma licença para cultivar plantas...)! Por isso, comecei a cultivar."
O que o levou a conceber o Lovenest?
"A pediatria clínica intensifica a sensibilidade dos médicos para a observação. Por esse motivo, penso que os pediatras de cidade são bons clínicos e também "bons descobridores".
Desde 1994, a instauração de recomendações para deitar os bebés de costas permitiu reduzir a morte súbita dos lactentes. Nas semanas que se seguiram à generalização desta nova posição de dormir, tive em consulta cada vez mais bebés que apresentavam uma assimetria do crânio: a plagiocefalia de posição.
Num primeiro momento, realizei investigações bibliográficas, li todos os estudos sobre o tema. Os "é apenas um problema estético, passará por si só" de alguns dos meus colegas não me travaram; tanto mais que se estabeleceu que, em alguns casos, esse achatamento poderia provocar complicações a longo prazo. Além disso, estava a começar a operar-se as formas mais pronunciadas em neurocirurgia.
Eu estava seguro de que se podia encontrar uma medida de prevenção simples e eficaz. Trabalhei com a Gina Diwan, estilista de moda infantil, com este objetivo. Assim nasceu o Lovenest, um produto adaptado para evitar esta patologia. Foi a Gina que lhe deu essa forma de coração tão especial."
Qual é o princípio do Lovenest e os seus benefícios para o bebé?
"Recomenda-se deitar os bebés de costas, mas deve evitar-se essa posição constante, já que pode reforçar o fenómeno de achatamento. Por isso, é importante assegurar períodos de brincadeira de barriga para baixo durante as fases em que estão acordados, realizar contactos pele com pele com o bebé, pegá-lo ao colo... Isso permite variar as posições da criança.
À semelhança de todas essas boas práticas, o Lovenest é um complemento preventivo contra a plagiocefalia. Este apoio de cabeça foi concebido com uma inclinação específica que respeita a forma do crânio do lactente (muito mais alongado que o de um adulto) e oferece um verdadeiro apoio sem impedir a liberdade de movimentos. Além disso, a sua forma com o seu efeito "Holding" (ninho tranquilizador) permite acalmar o bebé e sossegá-lo, como no ventre da sua mãe. Além disso, pode utilizar-se desde o nascimento.
É preciso saber que se o desenvolvimento da plagiocefalia for evitado durante os 3 primeiros meses do lactente, já não existem mais riscos de deformação. De modo que tudo depende dos primeiros dias do bebé."
Por que escolheu trabalhar com a Babymoov?
"Fiquei seduzido pelo dinamismo desta empresa, pelas mentes abertas das suas equipas e dirigentes, com ideias inovadoras. Tal como eu, a sua prioridade era criar o melhor produto para o correto desenvolvimento e o bem-estar do bebé, ao mesmo tempo que se acompanhava e tranquilizava os pais.
Prestaram muita atenção e permitiram que o Lovenest se tornasse um produto de referência para muitos pais. É até recomendado hoje em dia pelos meus colegas, como pude ler recentemente na revista profissional Médecine et Enfance."